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Fórum Nossa São Paulo - 2008

Quem anda por São Paulo sabe o que diz

Encontrar soluções para o trânsito de São Paulo. Esse foi o tema do debate “São Paulo vai parar?” do 1˚ Fórum Nossa São Paulo – Propostas para uma cidade justa e sustentável. Enquanto especialistas e porta-vozes do governo (em suas várias instâncias) davam dados de pesquisas e falavam sobre as propostas de cada segmento, pessoas comuns, que vivem os problemas do trânsito todos os dias, falaram sobre as suas experiências e sobre como tornar São Paulo novamente uma cidade com mobilidade.

FORUM NOSSA SAO PAULO“Essa cidade [São Paulo] virou um celeiro de competidores”, diagnostica Davi Francisco da Silva, taxista há 5 anos. Informado por uma passageira sobre o fórum, fez questão de comparecer e dar sua opinião. Preocupado com o futuro do trânsito em São Paulo e da sua categoria, Davi encaminhou para a Câmara Municipal, rádios da cidade e para o número da Prefeitura (156) algumas propostas para diminuir a quantidade de acidentes. Entre elas, reeducação de pedestres e semáforos com temporizador. Apesar das inúmeras tentativas de contato, a única proposta utilizada foi a de diminuição da velocidade dos ônibus nos corredores de 60 para 50 km/h. “Boa parte dos semáforos da cidade poderiam ser desligados se nós respeitássemos as faixas de pedestres”, alega ele.

Enquanto isso, entre os carros, as motos continuam buzinando e buscando seu espaço. Para o presidente do Sindicato dos Motoboys de São Paulo, Gilberto dos Santos, os motoboys fazem parte de “uma categoria muito sofrida”. Ele diz que os motociclistas profissionais ainda são muito marginalizados. “Você passa de carro e vê um motoboy caído e fala que ele estava correndo demais. Às vezes foi um carro que mudou de faixa sem seta e derrubou a gente”. Ele reclama que os motoristas, apesar de sempre culpar os motoboys, são responsáveis por inúmeros acidentes por falarem ao celular enquanto dirigem, além de não usarem as setas e os retrovisores ao mudarem de faixa. Para Gilberto, os motociclistas deveriam ter a última faixa da esquerda como exclusiva, para poderem circular com facilidade e diminuir o número de acidentes.

Sem condições de se impor como os motoboys, os maiores prejudicados pela falta de infra-estrutura são, para Assuncion Vlanco, os pedestres. Sem calçamento mínimo para transitarem, a maioria acaba sendo obrigada a andar no meio da rua, enquanto encontram espaço entre os carros estacionados e os que estão em movimento. O resultado dessa falta de espaço próprio decente é a morte por atropelamento de 2 pessoas por dia. “Isso porque eu estou falando de pedestres sem nenhuma condição especial. Dê a ele um carrinho de bebê, andador, bengala, cadeira de rodas. Fica impossível transitar”. Nessa questão, ela ainda questiona as rampas de acessibilidade que servem apenas de enfeite, já que vão de encontro com placas de ruas, semáforos e bancas de jornal.

Brigando por um espaço cada dia menor, já que entram na cidade aproximadamente 700 automóveis por dia, essas 3 categorias buscam soluções que pelo menos minimizem o caos urbano. Mesmo com visões e soluções diferentes, todos concordam que a cidade está parando e que é preciso uma maior atenção das autoridades para obras que possam melhorar a vida de todos. Não se trata apenas de criar pontes onde ônibus não podem circular, mas ampliar as linhas de metrô, reeducar motoristas, motociclistas e pedestres, melhorar as condições das calçadas. Mas eles não tiram a culpa que cada um tem: devemos passar a respeitar mais o espaço do outro.

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  • 1 de julho de 2009 - viviane em Um brasileiro na Guiana Francesa: oLA EU ESTOU AKI PRA PEDIR AJUDA A QUEM, VER ESSE RECADO TENHO UM, TIO CHAMADO CLEIDIMAR QUE MORAVA EM, IMPERATRUIZ-,MA E FOI PRA GUIANA PRO GARUIMPO NUM,CA M,AS A FAMILIA HAVIA TIDO NOTICIA DELE SO AGORA DEPOS DE 3 ANOS SUMIDO NO GARIMPO ELE LIGOU PEDINDO AJUDA A NOS POS ESTA EM, UMA VILA
  • 22 de junho de 2009 - laura margutti marques gonçalves pereira em A quem serve o Direito no Brasil?: o eu tenho que dizer o mundo esta acabando o lula tenque fazer uma nova regra vc lula em dia 1201012 o mundo vai acabar vc faz pufavor uma nova regra se alguem jogar um papel no chão vai tar jogando 1000 papeis no chão vc tem que falar a verdade vc rouboo dinheiro
  • 8 de junho de 2009 - Fernando Nowikow em Chaparro e a crise do jornalismo: O que me parece, portanto, é que a qualidade deve estar acima da velocidade. No entanto, quando estamos na redação diante dos editores, a qualidade é privada pela velocidade. Como resolver este impasse talvez seja a principal discussão sobre o futuro do jornalismo.