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Amazônia

Quem não gostaria de um tesouro desse para si?

Quem não gostaria de um tesouro desse para si?

Diante de vinte estudantes de jornalismo, reunidos no centro de imprensa/redação-escola da Oboré, o Coronel Netto manifestou a preocupação do Exército Brasileiro em relação ao interesse internacional pela Amazônia “Qual país do mundo não cobiça um tesouro desse?”. O encontro faz parte da série de palestras do módulo Descobrir a Amazônia, descobrir-se repórter.

Com sete milhões de km², equivalente a 40% da América do Sul, e 1/5 das reservas de água doce do planeta, a região amazônica é objeto de atenção especial por parte das Forças Armadas. “Nós temos que aumentar a ação do Estado na Amazônia”, diz o coronel, ex-comandante do 34ª Batalhão de Infantaria de Selva, localizado em Macapá. Atualmente, 25 pelotões são responsáveis por monitorar quase 11 mil quilômetros de fronteira, numa região com densidade populacional de 4 habitantes por km².

Netto destacou a preocupação do exército com as idéias de internacionalização da Amazônia, que classificou como “ingerência num patrimônio que é nosso”. Para ele, a atuação de organizações não-governamentais junto aos povos indígenas pode ir de encontro aos interesses nacionais. “Essas ONGs desempenham um papel que o estado deseja?”, questiona.

O militar defendeu cautela em relação aos trabalhos desenvolvidos pelas entidades na Amazônia. “Quem é que não gostaria de ter um tesouro desse para si?”. Sobre a polêmica em torno da demarcação da reserva indígena Raposa/Serra do Sol, Netto desconversou, preferindo não se pronunciar.

Comentários

Um Comentário sobre “Quem não gostaria de um tesouro desse para si?”

  1. [...] a Amazônia - Descobrir-se Repórter” a reflexão se deu sob a ótica militar, como escreveu o repórter Luiz Prado, no segundo, hoje, a discussão foi capitaneada por um geólogo, um antropólogo e um biólogo, [...]

    Publicado por Repórter do Futuro | Descobrir a Amazônia - Descobrir-se Repórter | 16 julho 2008, 15:52

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Comentários

  • 17 de agosto de 2008 - Armando Barros de Castro. em “Precisamos de transparência”, defende Odilon Guedes: Como sabemos, Odilon, a transparência, em diversos níveis, é parte integrante e fundamental para o convívio democrático e, neste país,cada vez mais importante e significativa. Portanto,mais uma vez, parabenizo-o por mais essa luta. Armando.
  • 17 de agosto de 2008 - Armando Barros de Castro em “Precisamos de transparência”, defende Odilon Guedes: Caro Odilon. Gostaria de obter uma cópia do chamado "Manifesto dos 47 intelectuais" que inclui Chico de Oliveira e muitos outros.Como devo fazer ? Grande abraço, Armando.
  • 6 de agosto de 2008 - Mari em Pós-Amazônia: Mudanças: A Lu não é a única! A partir de quarta, inicio em casa (estágio) novo! Beijos, queridos