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	<title>Repórter do Futuro &#187; Nossa São Paulo</title>
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	<description>Para quem quer ser jornalista de verdade</description>
	<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 15:21:05 +0000</pubDate>
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		<title>Jovens repórteres entrevistam outros repórteres ainda mais jovens</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2008 03:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Repórter do Futuro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Durante o Fórum Nossa São Paulo, ocorreram vários bons encontros. Entre eles, a produtiva parceria entre os Repórteres do Futuro e os repórteres da Revista Viração. Jovens estudantes de jornalismo e ainda mais jovens comunicadores natos. Vejam, no vídeo que acompanha esta nota, uma pequena amostra dessa parceria.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o Fórum Nossa São Paulo, ocorreram vários bons encontros. Entre eles, a produtiva parceria entre os Repórteres do Futuro e os repórteres da Revista Viração. Jovens estudantes de jornalismo e ainda mais jovens comunicadores natos. Vejam, no vídeo que acompanha esta nota, uma pequena amostra dessa parceria.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Pjsal3mZlME&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Pjsal3mZlME&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>Fórum resulta em 900 propostas para São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2008 12:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Sanchez</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Discutir idéias e elaborar propostas para tornar a cidade de São Paulo mais “justa e sustentável”. Esse foi o objetivo do I Fórum Nossa São Paulo, encerrado na manhã deste domingo (18). Ao final de quatro dias de evento, foram apresentadas 900 propostas para melhorar a qualidade de vida do cidadão paulistano. A sistematização das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discutir idéias e elaborar propostas para tornar a cidade de São Paulo mais “justa e sustentável”. Esse foi o objetivo do I Fórum Nossa São Paulo, encerrado na manhã deste domingo (18). Ao final de quatro dias de evento, foram apresentadas 900 propostas para melhorar a qualidade de vida do cidadão paulistano. A sistematização das propostas, divididas em 12 grupos temáticas, está disponível no <a href="http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/652">site do Movimento Nossa São Paulo</a>, entidade organizadora do Fórum. A organização do evento estima que, durante os quatro dias de evento, participaram cerca de 750 pessoas.</p>
<p>“Nós nos surpreendemos positivamente com a quantidade e a qualidade das propostas. O documento gerado pelos debates em educação, por exemplo, é praticamente um plano municipal de educação”, afirma o coordenador do Nossa São Paulo Maurício Broinizi. A idéia é encaminhar um CD-ROM com o material para os candidatos à prefeitura na tentativa de pautar suas campanhas em propostas concretas de políticas públicas nas áreas de educação, saúde, mobilidade urbana, cultura, habitação e meio ambiente (entre outras áreas).</p>
<p>Segundo Maurício Broinizi, coordenador do Nossa São Paulo, o movimento pretende ainda organizar debates com os candidatos à prefeitura. “As assessorias de imprensa dos candidatos tem nos acompanhado de perto”, conta.</p>
<p>O coordenador diz ainda que já está definida a realização de um novo fórum. “Não sabemos ainda quando será, talvez em maio do ano que vem para analisar o plano de metas apresentado pela prefeita ou prefeito eleito. Aí precisaremos também mudar o formato das discussões”.</p>
<p><strong>Cidades em rede</strong><br />
Para trocar experiências, estiveram presentes nove movimentos sociais vindos de Argentina, Colômbia, Peru, Chile e Paraguai. Entre eles, o &#8220;<a href="http://reporterdofuturo.com.br/2008/05/o-pai-de-todos-da-mobilizacao/">pai de todos</a>&#8221; Bogotá como vamos?, criado há mais de 10 anos e já colhendo resultados em seus indicadores sociais.</p>
<p>O Fórum marcou também o início da constituição de uma rede de cidades latino-americanas para debater temas relativos ao desenvolvimento e à sustentabilidade. “Ainda estamos na fases das discussões. Conversaremos mais em outubro, nas comemorações dos 10 anos do ‘Bogotá como vamos?’. Mas não tem nada fechado ainda”, diz Broinizi.</p>
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		<title>“A participação do jovem é crucial para qualquer mudança”</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2008 09:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Felippe</dc:creator>
		
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Fim da tarde de sábado, cenário pronto. De um lado, o cartaz da Viração, de outro o do Nossa São Paulo. Chega o entrevistado mais aguardado do dia. Fala mansa, olho no olho. Mesmo depois do terceiro dia inteiro de trabalho, Oded Grajew é só atenção com os virajovens. Um dos idealizadores do Nossa São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;">Fim da tarde de sábado, cenário pronto. De um lado, o cartaz da Viração, de outro o do Nossa São Paulo. Chega o entrevistado mais aguardado do dia. Fala mansa, olho no olho. Mesmo depois do terceiro dia inteiro de trabalho, Oded Grajew é só atenção com os virajovens. Um dos idealizadores do Nossa São Paulo e de muitas outras iniciativas que marcaram a mobilização da sociedade no Brasil como o Fórum Social Mundial e o Instituto Ethos, Oded não só respondeu às perguntas dos virajovens, do projeto Viração, mas deu também conselhos que serão lembrados por muito tempo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;">Membro da secretaria executiva do movimento, Oded acredita numa nova forma de visão de mundo, em que as pessoas sejam vistas menos como consumidoras e produtoras e mais como cidadãs. Pra que isso aconteça, ele vê como essencial a organização e pressão da sociedade, o que justifica a mobilização atual e suas empreitadas anteriores. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;">Oded se diz animado, pois “nunca houve algo como o fórum”, com tanta participação, interesse e propostas (foram mais de 900). Ele pondera que levará muito tempo para São Paulo chegar ao ideal, devido a seu tamanho e diversidade e que é uma tarefa gigantesca, mas que a Cidade tem que dar o exemplo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;">Aos 64 anos, enfatiza que a participação do jovem é crucial para qualquer mudança. “Nós podemos fazer muitas coisas, mas eles que vão carregar os projetos. Além disso, são menos contaminados pelos velhos hábitos e mais livres para pensar coisas novas”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;">A motivação é fundamental para realizar qualquer coisa e é sempre necessário que haja um grupo disposto a enfrentar os desafios, pois nada acontece em cima de uma pessoa só. Segundo ele, lutar pelos seus ideais é o que lhe dá forças, além de uma grande satisfação. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;">Ao fim da entrevista, o veterano deu o conselho final aos jovens que, como ele, sonham em ver uma São Paulo diferente: “Cada um de vocês deve fazer só as coisas que acham que é legal para vocês, não seguir a TV ou a opinião dos outros, porque os projetos exigem sempre muita dedicação e quando a gente faz o que quer, fica com mais forças”. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="&quot;Times New Roman&quot;;"><span style="large;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"> </p>
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		<title>Virajovens em ação</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2008 09:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Felippe</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A valorização da cobertura jovem foi um ponto forte do 1º Fórum Nossa São Paulo. Além dos estudantes de jornalismo do projeto Repórter do Futuro, da Oboré, estavam em ação os virajovens, do projeto e revista Viração. Iniciada em 2003, a revista é uma publicação da ONG Associação de Apoio a Meninas e Meninos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="justify;"><span><span style="large;">A valorização da cobertura jovem foi um ponto forte do 1º Fórum Nossa São Paulo. Além dos estudantes de jornalismo do projeto Repórter do Futuro, da Oboré, estavam em ação os virajovens, do projeto e revista Viração. Iniciada em 2003, a revista é uma publicação da ONG Associação de Apoio a Meninas e Meninos da Região Sé, em São Paulo, em que os jovens podem se expressar, fazendo uso de uma mídia democrática. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span></span><span><span style="large;">Eric Silva de Andrade, de 17 anos, participa há pouco mais de um ano e encontrou no projeto uma oportunidade de mostrar sua opinião livremente. Agora, como midiador (coordenador das reuniões para novos virajovens) apresenta a outros jovens o meio em que pode participar ativamente de todo o processo de produção da comunicação. “Eu me sinto muito bem fazendo parte do projeto, porque ele dá oportunidade para todos. É bom ver que o pessoal novo está feliz com o que está fazendo”, comenta.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span></span><span><span style="large;">Esse pessoal novo existe sempre, pois a</span></span><span style="Tahoma;"> </span><span style="large;"><em><span style="bold;">Vira</span></em><span> é feita para jovens, por jovens e com jovens e está sempre aberta a novos participantes. Nas reuniões mensais de apresentação da revista, os jovens interessados podem começar a contribuir com a revista e com o portal.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span><span style="large;">Andressa conheceu o projeto ainda mais nova do que Eric. Com 14 anos, teve no Fórum Nossa São Paulo a primeira chance de fazer uma cobertura e gostou muito de toda a experiência. “Nós podemos ser espontâneos e isso é muito gratificante”, conta animada. Nos dois meses em que está no projeto aprendeu muita coisa, além de ter conhecido gente nova e muito interessante. “O mais legal é que eu posso sempre dar minha opinião. É muito importante o jovem estar sempre presente e não abaixar a cabeça para qualquer coisa que ouça”. Ela vê a liberdade que é dada aos virajovens como fundamental para que eles se enxerguem no trabalho pronto.<span style="1;">       </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span><span style="large;">A virajovem conta que para fazer as entrevistas, houve um processo de pesquisa sobre os entrevistados, para que eles não fizessem feio. “Nós recebemos várias dicas de onde procurar sobre as pessoas, lemos bastante para preparar as perguntas”, explica. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span><span style="large;"> </span></span></p>
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		<title>Juventude paulistana em foco</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 13:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Moraes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Dois anos. É o tempo que transcorreu desde que os ataques do PCC ocorreram em São Paulo, em maio de 2006. A data foi relembrada durante o GT de Juventude do Fórum Nossa São Paulo não por acaso. Das 493 vítimas fatais (oficiais) dos ataques, 475 eram jovens, a maioria com idade entre 21 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois anos. É o tempo que transcorreu desde que os ataques do PCC ocorreram em São Paulo, em maio de 2006. A data foi relembrada durante o GT de Juventude do Fórum Nossa São Paulo não por acaso. Das 493 vítimas fatais (oficiais) dos ataques, 475 eram jovens, a maioria com idade entre 21 e 31 anos, segundo dados do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).</p>
<p>Nessa última sexta-feira, dia 16, a organização Comunidade Cidadã, integrante do GT, organizou um ato no Viaduto do Chá, próximo à Prefeitura de São Paulo, pela memória dos mortos. E, assim, protestar contra a falta de políticas públicas destinadas ao jovem paulistano, principalmente os de periferia.</p>
<p>“As ações de políticas públicas para juventude estão muito pulverizadas. Não há integração”, afirma Flávio Munhoz, da Comunidade Cidadã. Ele conta que, ao questionar a Coordenadoria de Juventude da Prefeitura sobre um plano para os jovens, recebeu como resposta ‘a gente também gostaria de saber’. Por isso, o GT apresentou como uma das principais propostas a criação de um Plano Municipal, que integre as políticas.</p>
<p>Os Auxiliares da Juventude, representantes da Coordenadoria em cada região da cidade, também foram mote de propostas. Eles têm como função atender jovens de forma descentralizada para promover um maior envolvimento com o poder público. Entretanto, “boa parte deles são ‘office-boys’, não tem autonomia de ação”, aponta Flávio. A proposta é de adequar e tornar efetivas as suas funções dentro da Coordenadoria.</p>
<p>Quem também precisa de adequação na cidade são os CEUs – Centros Unificados Educacionais. “À noite, as luzes permanecem acesas, mas nada acontece lá”, conta Flávio. A proposta que o GT Juventude traz é a de criar uma parceria com o Centro Paula Souza para oferecer cursos técnicos nesse período aos jovens da comunidade.</p>
<p><strong>Alternativas para carência</strong><br />
São Paulo tem uma distribuição bastante desigual de equipamentos culturais de uma forma geral, públicos e, sobretudo, privados. A maioria está localizada na região central – não por acaso, a mais rica do município. O exemplo dos centros, espaços e casas de cultura é emblemático. Segundo dados do Observatório Nossa São Paulo (<a href="http://www.nossasaopaulo.org.br/observatorio">www.nossasaopaulo.org.br/observatorio</a>), das 31 subprefeituras, 14 não possuem nenhum desses equipamentos, e pouco mais da metade deles estão concentrados em apenas duas: Sé e Pinheiros.</p>
<p>Pela carência desses espaços, o GT trouxe a proposta de criação de “salas de cultura” dentro das escolas. E se as lan houses estão espalhadas por todos os bairros, sempre cheias de jovens em busca de diversão, por que não instalá-las também nas escolas? O objetivo da proposta é de atrair os jovens para esse espaço e poder direcionar o computador e a internet como instrumento pedagógico.</p>
<p>Para que todos os jovens possam curtir sua cidade e a diversidade – embora concentrada – que ela oferece, a proposta é que se crie um “Passe-Livre” que possibilite a conexão centro-periferia aos finais de semana.</p>
<p><strong>Integração</strong><br />
No GT de Juventude, também apareceram diversas propostas ligadas a temas já trabalhados em outros grupos de trabalho do Fórum, como cultura, educação, meio ambiente, esportes e saúde. Mais um exemplo de que não se pode pensar políticas públicas e atuar sobre elas de forma isolada. Afinal, como diz o lema da Comunidade Cidadã, “uma nova organização é possível: a <strong>cidadania</strong>”.</p>
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		<title>Visão jovem - e polêmica - sobre a saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 13:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Moraes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[As propostas são jovens. A cobertura jornalística é jovem. A visão sobre a cidade é jovem. Não podia deixar de ser sobre a saúde. No último dia do 1º Fórum Nossa São Paulo, os jovens do Unicef e do projeto Viração foram representados no GT de Saúde por Rafael Biazão, que apresentou propostas para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As propostas são jovens. A cobertura jornalística é jovem. A visão sobre a cidade é jovem. Não podia deixar de ser sobre a saúde. No último dia do 1º Fórum Nossa São Paulo, os jovens do Unicef e do projeto Viração foram representados no GT de Saúde por Rafael Biazão, que apresentou propostas para o setor criadas por adolescentes de toda a cidade.</p>
<p>Além de demandas comuns à sociedade, como mais equipamentos de saúde, mais profissionais capacitados e programas de prevenção e promoção de saúde, as propostas trouxeram uma visão particular do jovem sobre os problemas e necessidades em saúde, de acordo com a realidade que eles vivem. Algumas, inclusive, geraram polêmica.</p>
<p>Foi o caso da proposta de atendimento garantido e com sigilo em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e hospitais para adolescentes que não estejam acompanhados de um responsável. “Muitas vezes o jovem quer desabafar e não encontra abertura em casa. É necessário a criação de um ambiente em que ele possa conversar abertamente com o médico”, explica Rafael. E exemplifica com o caso de jovens de 13 anos que engravidam e não têm coragem de conversar com os pais. “Senão, o jovem vai acabar procurando ajuda e informação com um amigo, o que é mais perigoso”.</p>
<p>Outra proposta que caminha na direção de diminuir as restrições em saúde a adolescentes trata dos locais de atendimento a doenças crônicas, que estão abertos a jovens entre 14 a 18 anos apenas no período diurno. “A proposta é que, nesses locais, os adolescentes também possam ser atendidos à noite, para que não precisem faltar à escola ou ao trabalho”. Rafael cita o caso de uma colega sua, HIV positivo, que precisava faltar muito ao serviço para fazer seu tratamento, o que gerou problemas em seu ambiente de trabalho. “Os outros achavam que ela tinha um caso com o chefe, pois ela faltava e ele não podia contar por quê”.</p>
<p><strong>Caso para assistência social</strong><br />
Alguns na platéia se manifestaram contra essas propostas, alegando que, se não há apoio em casa, esse é um assunto para o Conselho Tutelar; existe uma lei e que se há discordâncias, ela é que tem de ser revista. Apesar da polêmica, não houve discussão no momento. O médico Mario Bracco, que também fazia parte da mesa de apresentação do GT, disse que “o movimento não concorda necessariamente com todas as propostas”, e que “esse é um momento de apresentá-las. O espaço de debate serão as plenárias, que acontecerão ao longo do ano”.</p>
<p>Para Rafael, a questão é que “eles [os adultos] pensam muito no atendimento médico em si. Mas é preciso pensar no apoio também. Temos uma visão diferente”. A polêmica reflete também o que a Ana Carolina Ayres, do GT de Saúde, chamou de um “buraco” no encaminhamento das propostas, a ver com a assistência social. “Desde o começo do Fórum existiu um ‘buraquinho’, que as pessoas não sabiam para onde encaminhar. Um GT de Assistência Social talvez pudesse abordar questões colocadas pelo Rafael e por outros GTs”, propõe.</p>
<p>“Essa é uma questão que tem interface com a saúde também, mas que deve ser discutida primeiro com a assistência social”, opina Carolina. Para Rafael, falar em Conselho Tutelar traz uma idéia muito formal e burocrática, “tem cara de ‘vou contar para o seu pai’”, diz ele. Uma proposta feita por Carolina é a do trabalho de terapia comunitária, que já acontece em algumas localidades. Trata-se de um espaço de discussão em grupo de problemas vividos em comum pela comunidade.</p>
<p>“Há alguns especialistas em terapia comunitária e que podem entrar no espaço da UBS. Se fosse implantada em todas as unidades, o problema poderia ser levantado e resolvido na hora, com ajuda mútua da comunidade. É um bom espaço a ser criado”, sugere.</p>
<p><em>Leia mais sobre o GT em:<br />
&gt;&gt; <a href="http://reporterdofuturo.com.br/2008/05/saude-equipada-cidade-saudavel/" target="_self">Saúde equipada, cidade saudável</a><br />
&gt;&gt; <a href="http://reporterdofuturo.com.br/2008/05/todos-os-temas-desembocam-na-saude/" target="_self">Todos os temas desembocam na saúde</a></em></p>
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		<title>Todos os temas desembocam na saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 12:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Moraes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A promoção de saúde foi o segundo grande eixo do GT de Saúde que mais recebeu propostas. Trata-se de uma estratégia por melhoria de qualidade de vida e que, portanto, não se restringe ao tema “saúde”.
“Tentamos fazer uma interface com os outros GTs”, conta Ana Carolina Ayres, historiadora que trabalha com os temas meio ambiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A promoção de saúde foi o segundo grande eixo do GT de Saúde que mais recebeu propostas. Trata-se de uma estratégia por melhoria de qualidade de vida e que, portanto, não se restringe ao tema “saúde”.</p>
<p>“Tentamos fazer uma interface com os outros GTs”, conta Ana Carolina Ayres, historiadora que trabalha com os temas meio ambiente e saúde e que compôs a mesa de apresentação. Ela explica que o conjunto de propostas em promoção de saúde foi dividido nos subgrupos ambiente, transporte, infra-estrutura e educação.</p>
<p>A historiadora conta que, desde o começo do Fórum, perceberam que todas as questões abordadas tratavam de saúde também. Como no GT de Violência. “O grande problema da saúde pública hoje está relacionado à violência, com álcool e violência”. Ela exemplifica também na área de meio ambiente, em problemas como contaminação de água e poluição do ar, que também desembocam na saúde. “É um tema transversal”, aponta Carolina. “É por isso que é importante o diálogo com as outras áreas”.</p>
<p>Uma proposta que Carolina escolheu para abranger o sentido da promoção de saúde foi o incentivo a programas intersetoriais. “Pensar em políticas públicas integrando várias secretarias”.</p>
<p><em>Leia mais sobre o GT em:</em><br />
<em>&gt;&gt; <a href="http://reporterdofuturo.com.br/2008/05/saude-equipada-cidade-saudavel/" target="_self">Saúde equipada, cidade saudável</a></em><br />
<em>&gt;&gt; <a href="http://reporterdofuturo.com.br/2008/05/visao-jovem-e-polemica-sobre-a-saude/" target="_self">Visão jovem - e polêmica - sobre a saúde</a></em></p>
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		<title>Saúde equipada, cidade saudável</title>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2008 22:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Moraes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nossa São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[assistência]]></category>

		<category><![CDATA[cidade]]></category>

		<category><![CDATA[infra-estrutura]]></category>

		<category><![CDATA[prevenção]]></category>

		<category><![CDATA[promoção]]></category>

		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 200 idéias surgiram para melhorar a saúde na cidade a partir do 1º Fórum Nossa São Paulo. Foi a área que mais recebeu propostas, segundo balanço mostrado por Maurício Broinizi, do Movimento Nossa São Paulo, durante o encerramento do Fórum. Uma mostra de que saúde está entre as preocupações principais dos paulistanos – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 200 idéias surgiram para melhorar a saúde na cidade a partir do 1º Fórum Nossa São Paulo. Foi a área que mais recebeu propostas, segundo balanço mostrado por Maurício Broinizi, do Movimento Nossa São Paulo, durante o encerramento do Fórum. Uma mostra de que saúde está entre as preocupações principais dos paulistanos – sobretudo na questão da infra-estrutura.</p>
<p>“Uma cidade justa e sustentável é também uma cidade saudável”, defende Ana Carolina Ayres, historiadora que trabalha dialogando com os temas meio ambiente e saúde. Ela integra a equipe do Pavs, Projeto Ambientes Verdes e Saudáveis, da Prefeitura de São Paulo. Ela compôs a mesa que apresentou as propostas na manhã desse domingo, último dia do Fórum. Ao seu lado, estavam o médico Mário Bracco, da Associação Cruz de Malta e do Hospital Albert Einstein, e o jovem Rafael Biazão, representando o Unicef e o Projeto Viração.</p>
<p><strong>A gente quer mais estrutura</strong><br />
A historiadora conta que as propostas em saúde se dividem em três eixos: assistência, que abrange o tratamento; prevenção e promoção de saúde. “Mas a maior parte das propostas está relacionada à assistência. Principalmente, na atenção básica e terciária, como ‘construção de unidade básica de saúde em tal e tal bairro’, ‘construção de hospital em tal bairro’. São propostas por mais infra-estrutura”.</p>
<p>Carolina diz não saber bem porque essa prevalência ocorreu. Mas pôde perceber que a maior parte das pessoas que enviaram esse tipo de proposta foram os usuários da saúde pública, e não pessoas que pensam a saúde e trabalham com ela. “É a preocupação das pessoas comuns e que passam todos os dias pelas dificuldades com o equipamento da saúde”.</p>
<p><strong>Insatisfação</strong><br />
Segundo pesquisa de percepção encomendada ao Ibope pelo Movimento, dos 1.512 paulistanos entrevistados, 70% se disse insatisfeito com o sistema de saúde pública. A avaliação dos prazos para atendimento ficou negativa na mesma medida, tanto para consultas quanto para exames e procedimentos mais complexos, como cirurgias: a insatisfação ficou entre 74% e 78%.</p>
<p>“Você tem que prever quando estará doente”, brincou, com certa seriedade, Rafael Biazão, depois de apresentar uma das propostas de jovens da cidade para a saúde, que tratava exatamente sobre agilidade no atendimento. “A população cresce, cresce, cresce e o poder público tem pouca agilidade em chegar às periferias e dar conta dessa demanda”, aponta Carolina.</p>
<p>A infra-estrutura é um problema latente, mas que demanda médio e longo prazo para ser resolvido devido à demanda. Dentre as propostas em assistência de caráter mais imediato, Carolina conta que teve destaque a questão do conselho gestor em saúde. “É preciso fortalecer espaços de diálogo entre poder público e comunidade”.</p>
<p><em>Leia mais sobre o GT em:</em><br />
<em>&gt;&gt; </em><a title="Todos os temas desembocam na saúde" href="http://reporterdofuturo.com.br/2008/05/todos-os-temas-desembocam-na-saude/" target="_self"><em>Todos os temas desembocam na saúde<br />
</em></a><em>&gt;&gt; </em><a title="Visão jovem - e polêmica - sobre a saúde" href="http://reporterdofuturo.com.br/2008/05/visao-jovem-e-polemica-sobre-a-saude/" target="_self"><em>Visão jovem - e polêmica - sobre a saúde</em></a></p>
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		<title>Indicadores são base para metas de governo e participação do cidadão</title>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2008 18:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiane Komesu</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nossa São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[indicadores]]></category>

		<category><![CDATA[metas]]></category>

		<category><![CDATA[subprefeituras]]></category>

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		<description><![CDATA[O Grupo de Trabalho (GT) Indicadores da Cidade apresentou no Fórum Nossa São Paulo propostas para melhorar a organização desses dados, com o objetivo de construir uma cidade mais justa e sustentável. Entre as propostas estão: garantir que todos os órgãos responsáveis por atendimento público disponham de equipamento, sistema de informática e pessoal habilitado para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;">O Grupo de Trabalho (GT) Indicadores da Cidade apresentou no Fórum Nossa São Paulo propostas para melhorar a organização desses dados, com o objetivo de construir uma cidade mais justa e sustentável. Entre as propostas estão: garantir que todos os órgãos responsáveis por atendimento público disponham de equipamento, sistema de informática e pessoal habilitado para efetuar registro de seus atendimentos; disponibilizar dados dos órgãos públicos e organizações, incluindo a metodologia aplicada para sua obtenção, para download em formatos universais; montar sistema de acompanhamento da execução orçamentária por subprefeitura e distrito. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;"> </span><span style="Arial;">A construção dos indicadores sobre a qualidade de vida e os serviços públicos oferecidos na cidade é um dos eixos de sustentação do Movimento Nossa São Paulo. A compilação desses dados é importante para servir de base ao desenvolvimento de metas nos programas de governo e para incentivar a população a acompanhar a evolução dos indicadores e cobrar o cumprimento das metas estabelecidas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;"> </span><span style="Arial;">Segundo Oded Grajew, um dos fundadores do Movimento, o Nossa São Paulo surgiu de um descontentamento com o nível do debate político e com as propostas para o país e para os estados nas eleições de 2006, em que nenhum dos candidatos apresentou metas a serem cumpridas em seus mandatos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;"> </span><span style="Arial;">“A idéia é exigir que a prefeitura e os órgãos responsáveis produzam e divulguem indicadores por subprefeituras e por distritos para que, cada vez mais, a população passe a acompanhá-los”, afirma Maurício Broinizi, membro da secretaria-executiva do Movimento. Ao levar os índices até as subprefeituras e distritos, chega-se mais perto do cidadão, do bairro que ele conhece. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;"> </span><span style="Arial;">São Paulo tem problemas crônicos de desigualdade social e regional, diz Maurício Broinizi, Movimento. “É uma cidade muito rica, com um grande potencial econômico, mas a renda, os serviços e equipamentos esportivos, culturais e de saúde são mal distribuídos”, afirma. Contudo,<span style="yes;">  </span>ele acredita que a<span style="yes;">  </span>cidade tem os recursos intelectuais, tecnológicos, sociais, políticos e financeiros para diminuir significativamente essa desigualdade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Arial;">Em posse dos indicadores, as pessoas podem comparar diferentes regiões de forma positiva, tomando as subprefeituras com bons indicadores como exemplo de como é possível melhorar. Segundo ele, o cidadão precisa participar mais da vida política e cuidar da cidade como se ela fosse a sua casa, co-responsabilizando-se por monitorar e fiscalizar o poder público. Para isso é preciso ter acesso às informações e desenvolver essa cultura entre os cidadãos. “Temos que introduzir essa base de dados, que é fundamental para uma boa gestão pública”, afirma Broinizi. </span></p>
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		<title>Adolescente pede mais espaços culturais na periferia</title>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2008 16:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiane Komesu</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nossa São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>

		<category><![CDATA[movimento nossa são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Moradora da Zona Oeste, Eliene Santana Correia, de 16 anos, reclama que no lugar onde mora não há opções de cultura. “Lá a gente não tem um lugar legal para ir – se tivesse um centro de cultura perto de casa seria o máximo”, diz. Participante da Cobertura Jovem Viração, Eliene falou no Fórum Nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Calibri;"><span style="small;">Moradora da Zona Oeste, Eliene Santana Correia, de 16 anos, reclama que no lugar onde mora não há opções de cultura. “Lá a gente não tem um lugar legal para ir – se tivesse um centro de cultura perto de casa seria o máximo”, diz. Participante da Cobertura Jovem Viração, Eliene falou no Fórum Nossa São Paulo sobre a dificuldade de acesso à cultura para os jovens na cidade. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Calibri;"><span style="small;">Das 31 subprefeituras de São Paulo, 14 não possuem nenhuma casa, espaço ou centro de cultura – é o que mostram os indicadores compilados pelo Observatório Cidadão do Movimento Nossa São Paulo. As subprefeituras Sé e Pinheiros, por outro lado, concentram cerca de 55% do total de 65 espaços desse tipo existentes na cidade. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Calibri;"><span style="small;">Os dados demonstram a centralização e a desigualdade na distribuição dos recursos culturais em São Paulo, processo que contribui para dificultar o acesso dos moradores de regiões periféricas à cultura. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Calibri;"><span style="small;">Eliene gosta de assistir documentários, ir a shows e manifestações e visitar museus, mas conta que, em seu bairro, o ponto de encontro dos amigos é num shopping próximo – “o problema é que lá é preciso ter dinheiro, tudo é caro”, diz. <span style="yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Calibri;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Calibri;"><span style="small;">A adolescente participa do Teatro “Fala Sério”, um teatro de bonecas desenvolvido pelo Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto. Destinado ao púbico jovem, a peça apresentada procura trabalhar a questão de como viver e conviver com o vírus HIV, incentivando o debate e a conscientização do público.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Calibri;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="justify;"><span style="Calibri;"><span style="small;">Para ela, além do problema da distância até os centros de cultura, falta informação e divulgação de atividades culturais para os adolescentes da periferia, principalmente. Como não estão acostumados, não se sentem à vontade em lugares como museus e teatros. Por desconhecê-los, os jovens acham que são espaços formais demais e a maioria acaba não se interessando, afirma Eliene.</span></span></p>
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