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	<title>Repórter do Futuro &#187; Sem categoria</title>
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	<description>Para quem quer ser jornalista de verdade</description>
	<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 23:15:01 +0000</pubDate>
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		<title>O desafio da PM</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 23:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mutida</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A Polícia Militar tem um importante desafio pela frente, que vai além do combate a violência. Esta missão está vinculada a recuperação da credibilidade da instituição - se é que um dia já teve - e principalmente à confiança da população em relação ao trabalho desenvolvido pelos policiais. O filme &#8220;Salve Geral&#8221;, do diretor Sérgio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A Polícia Militar tem um importante desafio pela frente, que vai além do combate a violência. Esta missão está vinculada a recuperação da credibilidade da instituição - se é que um dia já teve - e principalmente à confiança da população em relação ao trabalho desenvolvido pelos policiais. O filme &#8220;Salve Geral&#8221;, do diretor Sérgio Rezende, é exemplo de como a PM é vista pela maioria das pessoas. O longa-metragem que vangloria o ataque do Primeiro Comando da Capital (PCC) em 2006, mostra uma polícia corrupta, violenta e ineficiente, que está à mercê da criminalidade, assim como o resto da população.</p>
<p align="justify">Um importante passo da Polícia Militar para restaurar esta credibilidade foi dado há 11 anos com a parceria entre a corporação e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), na qual teve o objetivo de conscientizar os soldados sobre os princípios dos Direitos Internacionais Humanitários (DIH). Após sete anos de formação humanitária de diversos policiais brasileiros pelo CICV, diversos quartéis deram continuidade ao projeto através da formação multiplicada de instrutores em Direitos Humanos.</p>
<p align="justify">Segundo o consultor do programa com as Forças Policiais e de Segurança da Cruz Vermelha, o coronel da reserva da PM André Luiz Rabello Vianna, a parceria entre o CICV e a Polícia Militar teve o objetivo de melhorar a imagem dos soldados, sargentos e oficiais no país. Ele explicou que a estratégia de trabalho da Cruz Vermelha é apoiar qualquer projeto social oferecendo ferramentas para um resultado positivo e tendo como filosofia uma linha de integração das normas internacionais que integram quatro eixos básicos: educação, treinamento continuado, documentos institucionais de doutrina e análise dos mecanismos internos de controle. &#8220;O policial tem que conhecer os direitos humanos para tomar a real consciência de seu papel profissional&#8221;, acredita Vianna.</p>
<p align="justify">Desde 2005, o CICV realiza convênios bilaterais com os estados e até o momento foram assinados nove convênios estaduais: Rio Grande do Norte (RN), Pará (PA), Rondônia (RO), Mato Grosso do Sul (MS), Piauí (PI), Pernambuco (PE), Distrito Federal (DF), Maranhão (MA), além do Rio de Janeiro (RJ), onde o convênio está em fase de renovação. O estado de São Paulo está negociando com o CICV e o acordo poderá ser definido ainda neste mês de outubro.</p>
<p align="justify">Na opinião do capitão e assessor de imprensa da PM, Marcel Soffner, a credibilidade dos policiais está de acordo com aquilo que eles fazem e protagonizam no trabalho deles. Soffner acredita que a comunidade, o governo e a imprensa têm um papel estratégico na imagem dos policiais. &#8220;Não basta apenas falar tem que haver a união da retórica com o discurso&#8221;, falou.</p>
<p align="justify">Soffner apontou os serviços prestados pela Polícia Comunitária nas comunidades carentes para mostrar um dos caminhos que a Polícia Militar utiliza para melhorar a imagem dela e utilizar na prática a ideologia dos Direitos Internacionais Humanitários.</p>
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		<title>Da academia para a selva!</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 17:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Mendes de Campos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Descobrir a Amazônia - 2009]]></category>

		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

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		<description><![CDATA[Para alguns a carreira militar sempre foi um sonho para outros é uma oportunidade de apreender a lidar com a disciplina e com situações de risco extremo. Sérgio Augusto Vieira Cançado, Aspirante à oficial, faz parte do contingente de homens que optaram pelo trabalho no Exército com a intenção de conhecer um novo modo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para alguns a carreira militar sempre foi um sonho para outros é uma oportunidade de apreender a lidar com a disciplina e com situações de risco extremo. Sérgio Augusto Vieira Cançado, Aspirante à oficial, faz parte do contingente de homens que optaram pelo trabalho no Exército com a intenção de conhecer um novo modo de organização e aplicação da sua profissão.</p>
<p>O Aspirante , que trocou o sobrenome Cançado por Augusto no seu uniforme, é formado em Medicina pela UFMG e no início deste ano vestiu a farda pela primeira vez. Depois de frequentar um curso militar intensivo de sessenta dias, o Doutor passou a ter um novo acessório ao lado do seu estetoscópio: uma pistola, até agora intocada.</p>
<p>Augusto trabalha no CIGS, Centro de Instrução de Guerra na Selva, a sua missão é bem específica: salvar vidas. No último dia 30 Junho o Aspirante pôs os seus conhecimentos acadêmicos em prática. Vestido com a farda militar, Augusto socorreu um companheiro militar.</p>
<p>Por volta das 11 horas, o Sargento Leonardo Barbosa Cabrita foi atingido por um tiro de fuzil durante um treinamento de Guerra na Selva. Segundo o Aspirante-médico, logo após o acidente ele foi ao encontro do ferido que teve as duas pernas perfuradas e perdeu muito sangue. O Sargento ferido foi encaminhado de helicóptero para o hospital Geral do Exército em Manaus.</p>
<p>O médico não soube explicar a causa do ferimento, &#8221; esse tipo de ocorrência não é comum&#8221;. Segundo ele, os atendimentos médicos dentro do CIGS e seus batalhões são mais simples, como no caso de fraturas e torções. O Exército já comunicou a abertura de um Inquérito Policial Militar para apurar quem atirou  no Sargento Cabrita.</p>
<p>A estadia do médico mineiro nos quartéis começou em fevereiro de 2009 e tem prazo para terminar. O Aspirante Augusto não poderá seguir carreira no Exército, a sua permanência máxima na instituição é de sete anos.</p>
<p>Por Bruna Campos</p>
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		<title>Estudantes da UFSC fazem ato contra o código ambiental de SC</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 19:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Schwartz dal Piva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Coberturas Especiais]]></category>

		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), recebeu, no início da tarde de terça-feira (05/05), na residência oficial, visitas um tanto desagradáveis. O anfitrião, na verdade, mandou para recepcionar em seu nome, o Coronel Nilton e outros dez policiais da PM. As caras que procuravam o chefe do executivo estadual tinham várias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), recebeu, no início da tarde de terça-feira (05/05), na residência oficial, visitas um tanto desagradáveis. O anfitrião, na verdade, mandou para recepcionar em seu nome, o Coronel Nilton e outros dez policiais da PM. As caras que procuravam o chefe do executivo estadual tinham várias cores, mas um só coro: “Luiz Henrique não vou pagar pela mata que você vai derrubar!”.</p>
<p class="MsoNormal" style="35.4pt;">Cerca de cem estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina reuniram-se no hall da reitoria, ao meio dia, para realizar uma marcha até a Casa d’Agronômica, residência oficial. O objetivo era entregar uma <a href="http://www.scsustentavel.ufsc.br/manifestacao.htm" target="_blank">carta</a> à LHS demonstrando repúdio à aprovação, no mês passado, do novo código ambiental catarinense.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="35.4pt;">Robson Ricardo Resende, estudante do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSC e um dos organizadores da marcha, revelou que o movimento nasceu entre os alunos que ficaram indignados com a aprovação do código, e que não encontraram apoio dos professores na UFSC. Preocupados, uniram-se a outras entidades sociais, ONGs e o<span> </span>Diretório Central dos Estudantes. “Em dez dias criamos um site e começamos a mobilização, que agora continua depois da entrega da carta”, explica.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="35.4pt;">A caminhada até a casa do governador durou cerca de duas horas. Durante o trajeto, a PM encurralou o movimento e o reduziu para a ciclovia da Avenida Beira Mar norte, em Florianópolis. O Coronel Nilton empurrou os estudantes e rasgou cartazes. Ao final da caminhada o governador não recebeu os alunos e a carta foi entregue à polícia. Com sorte, chegará às mãos de LHS. Apesar do alerta feito, tanto o código ambiental quanto a polêmica sobre ele seguem.</p>
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